Uma praça como cinema: o cara que transforma a Saldanha Marinho

O processo de transformação da Praça Saldanha Marinho não é uma tarefa fácil, e isso é evidente porque uma sala de cinema é o oposto de uma praça pública. De um lado, o silêncio causado pelo ambiente fechado que isola ruídos. Do outro, um espaço aberto exposto a todos os sons que uma cidade pode emitir.

Para que a mudança se torne possível, o festival conta com a colaboração do sócio-proprietário da Ensaio Eventos e Formaturas, Gustavo Camponogara. Parceiro desde a criação do SMVC, ele é quem faz a transformação de praça para cinema. Camponogara conta que não existe mágica, mas uma vontade de participar da construção de um evento cultural em Santa Maria.

“Trabalhamos em conjunto com meu irmão Roberto Camponogara, além de toda a nossa equipe de produção e de todo o festival. É um trabalho compartilhado, todos participam, e é muito bom fazer parte dessa história do cinema de Santa Maria, diante de todas as dificuldades que o festival possui para manter viva a chama do cinema em nossa cidade”, destaca Camponogara.

E ele reforça a importância desse trabalho para a Ensaio, que entende a necessidade de carinho e cultura que Santa Maria precisa. “A população ainda tem muito pouco acesso à grande tela. O cinema encanta, nos faz viajar, sair do dia a dia, e isso em uma praça, ao ar livre, é melhor ainda”, completa Camponogara.

Para o coordenador Executivo do SMVC, as exibições na Praça Saldanha Marinho só podem encantar quem prestigia o festival graças ao Gustavo Camponogara e a Ensaio. “Agradecemos essa parceria que colabora com a democratização do acesso de todos ao audiovisual há anos. Da mesma forma que Camponogara transforma a Saldanha Marinho em uma sala de cinema, o cinema pode transformar a vida – ou o dia – de quem for assistir aos filmes que serão exibidos durante o 13º SMVC”, salienta.